Sexta-feira | Março 07, 2008

Resumo do livro "A Rosa do Egipto" de Álvaro Magalhães

Estavam em época de Natal, e quando passeavam por o centro comercial deram de caras com um homem mal encarado que agredia o seu próprio filho. Mais tarde, encontraram-lo e conversaram com ele sobre o que se passara. Ele disse-lhes que o pai só fazia isso para as pessoas lhe darem atenção para ele lhes poder roubar as carteiras. O Puto (assim chamado por eles) contou-lhes a sua vida: era pobre; que tinha um avô que era cego… Tornaram-se amigos e o Puto mostrou-lhes uma casa que diziam que era assombrada e que tinha um quarto que cheirava a canela e a baunilha. Investigaram de onde vinha esse cheiro e descobriram que a baunilha vinha de uns pudins de um sítio qualquer que se chamava “Rosa Azul” e que era na “Praça das Flores”. Foram até lá e falaram com uma mulher que se chamava Rosa Andrade. Descobriram mais algumas coisas: que “ Rosa Azul era o nome de um clube porque os elementos adoravam rosas azuis; que a Rosa Andrade adorava o Egipto e que o dono da casa maldita chamava-se professor Figueira e lá estava enterrado o seu corpo. No dia seguinte, Jorge foi a um funeral e lá viu que os homens da agência funerária tinham roubado o corpo sem as pessoas darem conta. Nessa mesma tarde, o Jorge e o Puto foram até à agência funerária, mas só o Jorge entrou. Lá dentro fez de conta que ia entregar uma pizza e viu que os homens que lá trabalhavam guardavam os corpos dos mortos para fazerem múmias. Ficou assustado, logo saiu de lá sem ninguém dar por nada. Voltaram à casa maldita e lá encontraram uma múmia, era o corpo do professor Figueira! Mais tarde, apareceu lá uma mulher, vestida de negro, que era igualzinha à Rosa Andrade. Falaram com ela e essa contou-lhes que andava À procura do corpo do professor Figueira. Decidiram investigar com ela todo aquele caso. Alguns dias depois, a Rosa contou-lhes que sabia um sítio onde poderiam estar outros corpos, só tinham de seguir um carro de um homem que iria lá ter. Quando lá chegaram encontraram uma “casa” enorme e conseguiram entrar. Dentro dessa casa havia uma pirâmide invisível. Entraram lá dentro e encontraram quartos em que cada um tinha um corpo. Foram para um quarto e a Rosa fechou-lhes a porta. Eles ficaram desapontados com a atitude da Rosa. Mais tarde, o cão do Puto começou a ladrar muito e aparecem uns guardas que lhes abrem a porta. Conversam com eles e revelam-lhes o que a Rosa tinha feito. O dono daquela “casa” disse-lhes que só podia ser a irmã da Rosa, que também se chamava Rosa. Por fim, conseguem apanhá-la. Faltavam dois dias para o Natal e o avô do Puto adoece e acaba por morrer, o pai fica preso e o Puto vai viver com a Rosa Andrade.
Escrito por Didi em 09:46:48 | Link permanente | Comments (1) |

Resumo do conto "Saga" de Sophia de mello Breyner

Numa ilha no mar do Norte, de nome Vig, vivia Hans um jovem com catorze anos que não temia as tempestades e que adorava ver o mar, a sua grande paixão. Hans vivia com a sua família: a sua irmã Cristina, o seu pai Soren e a sua mãe Maria; no interior da ilha. Hans já tivera dois irmãos mais novos, Gustav e Niels, que morreram num naufrágio de um veleiro que pertencia ao pai. Hans queria ser um homem do mar e viajar por outras terras no seu próprio barco. O pai queria que ele fosse estudar, tudo menos a ver com o mar porque já tinha perdido dois filhos, mas Hans adorava o mar então fugiu de Vig num cargueiro. Chegando depois a uma cidade que Hans adorou. Quando o barco iria partir da cidade alguns dias depois de chegar o capitão chicoteou Hans e ele abandonou o navio. E ficou como vagabundo na cidade. Hoyle, um homem de negócios levou-o consigo para sua casa, onde ficou a viver como “ filho adoptivo”. Aí aprendeu tudo e em sonhos preparava-se para regressar a Vig. Escreveu para casa, de onde a resposta veio muito depois pela mãe a dizer que o pai nunca o receberia em Vig. Os anos passaram e com vinte e um anos, Hans era capitão de um navio e com ele muitas viagens fez. E sonhava com o que levaria para Vig. Mandava cartas enquanto estava fora, mas quando regressava a resposta era sempre a mesma. Algum tempo depois Hoyle, velho e cego pediu a Hans que lhe tomasse conta dos seus negócios e ele ficou. Então disse para casa que já não era homem do mar mas a mãe respondeu-lhe o mesmo. Hans casou com Ana e pouco tempo depois Hoyle acabara por morrer. Teve o seu primeiro filho a que deu o nome de Soren que acabou por morrer ainda recém-nascido. Construiu a sua riqueza, era agora de negócios e com fortunas. Maria, mãe de Hans morreu e ele escreveu ao pai mas o pai nunca lhe respondeu então percebeu que jamais voltaria a Vig. E Hans foi construindo a sua casa e mandou fazer grandes obras. Já tinha filhos e netos, haviam grandes jantares em família e o tempo passava! E as memórias de Vig surgiam, Hans ficara agora velho, acabando por adoecer. Pouco depois morrera… A sua sepultura tinha um navio em cima, pedido de Hans à família antes e morrer, segundo ele era um navio naufragado. Esse era o navio que às noites de temporal ia para norte, ia para Vig…
Escrito por Didi em 09:43:53 | Link permanente | Comments (10) |

Acordei uns dias depois...

Acordei uns dias depois… Estava num barco e um pouco estonteada. Quando olhei para o estibordo reparei que a letras gordas estava escrito “VIRGÍNIA”. Dias antes tínhamos falado nas aulas de Português sobre o livro “Sexta-Feira ou a Vida Selvagem” e por acaso já o tinha lido. Olhei em volta. Por momentos pensei que tudo seria um sonho, mas de súbito Robinson apareceu-me na frente: - Diana, vai para a proa ver se vamos na melhor direcção. - Sim, Robinson. Aquilo era prodigioso. Lá na proa ouvia-se um maravilhoso marulho. Nunca pensara que aquilo me pudesse acontecer. Estávamos no dia 29 de Setembro de 1759 e eu estava fascinada com tudo aquilo. Umas nuvens escuras cobriram o seu. Robinson pedia para nos dirigirmos ao convés. Dirigi-me imediatamente. Estava tudo bem quando me recordei do que tinha lido no livro:”… um choque formidável abalou todo o navio.” Estava irrequieta, aquele momento iria ser o pior da minha vida. Avisei Robinson, mas ele não me dava atenção. Por fim, reparou que eu estava muito assustada e perguntou-me: - Como é que sabes que isso vai acontecer? - Eu li um livro que falava sobre ti e sobre o Virgínia. Eu sei o que vai acontecer. Temos de o tentar impedir. De repente tive um pressentimento. Nesse momento recordei tudo o que acontecera no Virgínia, desde o dia em que o vi. O Virgínia era um éden. Eu adorara aquele barco: era enorme, e tinha umas velas brancas que me fascinaram. Tinha de me despedir. Estava a chegar o momento de o deixar. As minhas últimas lágrimas caíram. Atirei-me ao mar, tentando nadar para a ilha mais próxima. De súbito, ouço um enorme estrondo. O Virgínia tinha embatido contra uma enorme fraga…
Escrito por Didi em 09:41:36 | Link permanente | Comments (0) |