Friday, January 25, 2008

A Saída da Ilha / Permanência

Robinson
Robinson sentiu-se invadir por uma grande tristeza.” (pág. 107)
“ Surpreendido com o desaparecimento dos pequenos objectos com que Sexta – Feira …” (pág. 107)
“ Um medo pânico invadiu-o de repente.” (pág. 107)
“ … desesperado, tropeçando e gritando…” (pág. 107)
“ Robinson sentia-se esmagado pela dor.” (pág. 108)
“ Chorou todas as lágrimas que tinha no corpo.” (pág. 108)
“ Sentia-se tão diminuído, fraco e desgraçado…” (pág. 108)

Sexta-Feira
 “ … admiração de Sexta-Feira pelo belo barco branco, e de como saltava, muito feliz, rindo…” (pág.108)
“ Sexta-Feira fora seduzido por aquele novo brinquedo…” (pág.108)

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Friday, January 4, 2008

Resumo do Livro “Num beco sem saída” de António Avelar Pinto e Pedro Freitas Branco

Tudo começou no início das férias de Natal. A Raquel, o Baltas e o Simão foram até ao cinema onde encontraram um macaco com um Homem cego pedinte. Iam-se embora quando repararam que o macaco ia atrás deles. Entraram dentro do carro do tio do Simão quando lhe perguntaram se podiam ficar com o macaco. O tio não deixou e mandou-os ir devolve-lo. O Simão pegou nele e foi dá-lo ao cego. Quando se vinha embora reparou que o cego lhe batia. Alguns dias depois veio uma noticia no jornal em que dizia que um Homem que se fazia de cego e que andava com um macaco a roubar dinheiro e outras coisas às portas dos cinemas. Um amigo deles chamado Zé Cateto falou-lhes de um circo que ele conhecia. Passadas algumas horas lá estavam eles no circo. Estavam a ver os animais que participavam no circo. Falaram com o Lelo Pimpinelli (Presidente do circo) e ele disse-lhes que lhe tinham roubado dois macacos e que eram eles que faziam maior espectáculo no circo. Uma semana depois lá estavam os macacos. Não souberam como é que eles apareceram. Mais tarde o Lelo Pimpinelli chamou-os lá e deu um macaco ao Baltas. Ele deu-lhe o nome de Chico Banzé.
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Resumo do Livro “Sexta-Feira ou a Vida Selvagem” de Michel Tournier

Viajava a bordo do Virgínia, Robinson, no barco que ao fim de uma tempestuosa tarde de 29 de Setembro de 1759 naufragou. A alguns quilómetros das costas do Chile, acordou atordoado numa ilha. Era o único sobrevivente do naufrágio, explorou a ilha e até a acha acolhedora. Deixando em York a mulher e dois filhos, pensava que sairia da deserta ilha depressa. Alguns dias depois, cansado de esperar teve a ideia de construir um barco que fosse capaz de chegar ao Chile ou a uma ilha próxima. Pôs mãos à obra e depois de muito esforço ficou concluído. Deu-lhe o nome de Evasão. Logo tentou pô-lo na água, mas viu que não era possível. Desanimou. E com este falhanço começa a comportar-se como um animal, mas logo se apercebe disso, pois a preguiça provocara-lhe ilusões. Decide então ir procurar algo de útil nos destroços do Virgínia. Tempos depois encontra o seu cão Tenn, viu que já não vivia sozinho e começou a civilizar a ilha, constrói a sua própria casa e fortalezas, dá leis à ilha que tem o nome de Speranza e começa um calendário. Para além disso também cultivava campos e ordenhava cabras. Robinson tinha ainda pólvora, alguns objectos de valor e tabaco na gruta da ilha. Às vezes quando se sentia sozinho descia e explorava a gruta sem nada ver para sentir uma sensação de paz. Mas sentira que a preguiça o atraía e sentia-se transtornado. Vivia com as leis e com Tenn, até ao dia que assistiu a uma cerimónia de índios, um sacrifício humano, já era o segundo que vira na ilha. Mas no último aconteceu algo inesperado o índio vítima foge mas é perseguido, Robinson pega na caçadeira e mata um dos perseguidores. O índio agradece a Robinson por lhe ter salvo a vida e torna-se seu criado. Robinson dá-lhe o nome de Sexta-Feira e torna-se seu senhor. Sexta-Feira aprende a conviver com Robinson, mas pouco entende das leis e de tudo o que Robinson gostava. Um dia, Sexta-Feira falta aos seus encargos e sem querer faz com que a gruta expluda e com ela todas as obras, plantações, construções e tudo o resto, explodiu com a pólvora; tudo ficou destruído. A partir de tal dia, a vida selvagem era agora a de Robinson e do amigo. Tenn morrera e os dois amigos recordavam as suas brincadeiras. Sexta-Feira ensinava a Robinson a forma de viver selvagem. Adorava uma cabrinha que encontrara magoada e por ela, também Sexta-Feira se aleijou, inventa novas brincadeiras e tudo corria bem até um dia… A 22 de Dezembro de 1757 chega um barco à ilha. Sexta-Feira fica encantado, mas Robinson não se quer iludir, adora Speranza e a vida selvagem. O barco parte, e Sexta-Feira parte também sem Robinson se aperceber. Sabe que tratarão mal o índio e tem pena, mas apesar de tudo enfurece-se e fica triste. A solidão causava-lhe o pavor. Mas depressa se dá conta que não está sozinho. O rapaz mal tratado do barco tinha fugido e ficara na ilha. Robinson dá-lhe o nome de Domingo e ensina-lhe a vida selvagem como Sexta-Feira lhe ensinara.
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Lenhador

Um lenhador corta uma árvore, em Castelo Branco no passado dia 20 de Agosto, que causa uma enorme catástrofe. Era por volta das 10 horas da manhã que o lenhador acima referido corta uma árvore no seu campo e causa muitos estragos. Um deles podemos-lhe chamar de cheia, pois inundou uma pequena cidade lá perto. O lenhador diz que não sabe porque é que isto aconteceu, já tinha feito mais vezes e nada lhe tinha acontecido.
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