Sexta-feira | Novembro 16, 2007

Resumo do Livro "Maldição no Teatro" de João Aguiar

Tudo começou quando estavam na mata e o pai do Frederico recebeu um telefonema de um tal Sr. Saval (o dono do Teatro Talma) e esteve a falar sobre uma Maldição no Teatro Talma. A maldição era que há muitos anos foi ao Teatro uma magnífica actriz chamada Adelina Abranches que representou tão bem que pôs as pessoas em delírio. No final da representação, um velho, disse que mais ninguém pisaria o palco. A partir do dia em que o homem disse isso tinham acontecido coisas muito estranhas no Teatro, já tinha morrido um homem, e naquele dia um homem que trabalhava na restauração do Teatro tinha levado com um balde de cal em cima da cabeça. Passado alguns dias o Carlos decidiu ir até ao Teatro e viu lá um homem com uns óculos com umas lentes muito grossas, achou-o suspeito e seguiu-o. Seguiu o homem até uma casa e depois esse entrou. O Carlos decidiu subir para o telhado. Lá de cima ouviu dois homens a falarem sobre os acidentes que andavam a acontecer no Teatro. Certo dia eles marcaram uma reunião em casa do Carlos e ele contou-lhes o que se tinha passado. Nessa mesma tarde a Catarina reparou num homem que tinha visto no Teatro e seguiu-o. Desta vez foi até as traseiras do Teatro. A Catarina também entrou e quando chegou a uma sala ouviu uns barulhos estranhos e desatou a fugir. Mais tarde foram todos até lá de novo e aconteceu o mesmo. Alguns dias depois foram à inauguração do Teatro Talma que começou com um Teatro. Chegou a uma parte que a actriz tinha de beber um chá. Nessa parte o Carlos começou a correr para o palco e gritou:” - Não beba esse chá, tem veneno.” A partir desse momento um homem ia a fugir e os guardas cercaram o Teatro. O chá foi analisado e tinha mesmo veneno. O Agente da Polícia disse que a pessoa que podia ter feito aquilo tinha de estar lá dentro. Foram até à cave e lá estava ele. Era o Sr. Saval e o tal dos óculos de lentes grossas.
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Terça-feira | Novembro 13, 2007

Resumo- O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

A Manhã chega atrasada e vem devagar, filha do Tempo, obrigada a acordar cedo. Tem de iluminar o Sol, tarefa difícil para a rapariga sozinha mas quase sempre o Vento ajuda. Diz-se que é um atrevido e a quem não se pode dar confiança, fez com que a Manhã se apaixonasse por ele. O Vento conhecedor de muitas histórias uma vez contou-lhe uma na qual a Manhã lhe pedia todos os pormenores e atrasava-se muito a acordar.
Então o pai dela, o Tempo, viu-se obrigado a falar com a filha. A Manhã disse-lhe a verdade, que ouviu uma história do Vento e perdeu as horas. Ele interessou-se e disse-lhe que lhe dava uma rosa azul rara se a história fosse boa.
É uma história de amor do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá. Então começou a contar-lhe.
Chegava então a Primavera. O Gato Malhado, o preguiçoso e solitário era mal visto e temido por todos. Não falava para quase ninguém. Havia também uma jovem andorinha risonha e despreocupada que fazia palpitar o coração em todos. Além de bonita, um pouco louca também; e como o Gato Malhado nunca lhe tinha falado pois era um orgulhoso provocou-lhe uma certa curiosidade e admirava-o.
Um dia, quando todos haviam fugido do Gato, a Andorinha foi rindo para ele e chamou-o de feio. Ao fim de algumas brincadeiras destas, das quais os pais da Andorinha nem os habitantes gostavam, eles foram brincando e conversando às escondidas. Depois de muitas confianças o Gato Malhado ia ficando apaixonado e com ciúmes, pois o Rouxinol era muito amigo da Andorinha e dava-lhe aulas de canto.
No fim do Verão, O Gato Malhado disse-lhe que se não fosse gato casaria com ela. Depois pouco se falaram. E Começaram a haver rumores de que o Gato namorava com a Andorinha e os pais dela não gostaram de saber… Então apressaram-se a marcar o casamento da Andorinha com o Rouxinol.
Chegou o Outono e o Gato sozinho escrevia poemas para a Sinhá e assim se passou… E chegou o Inverno, realizou-se o casamento do Rouxinol com a Andorinha Sinhá apesar de ela gostar do Gato, e de já lho ter dito; mas sabia que não podia casar com um Gato.
O Gato Malhado no seu sofrimento saiu caminhando em direcção à confusão do fim do Mundo. Viu por ultima vez a Andorinha na sua festa, onde também ela o viu, triste sabia para onde ele ia e deixou escorrer uma lágrima de tristeza e de adeus. O ultimo adeus que o iluminou no seu caminho.
A Manhã recebe então a rosa azul que o Tempo lhe dá…  
Escrito por Didi em 15:15:15 | Link permanente | Comments (25) |

Terça-feira | Novembro 06, 2007

O Retrato está sobre a mesa...

Quando era pequeno estava ali com a minha mãe a ver o sol nascer e a apor-se”. Pensou que nunca mais veria a sua mãe. Estava com imensas saudades dela. Nunca pensara que ela o pudesse abandonar. As suas lágrimas caíam sobre a sua face larga, mas foram poucas, pois lembrou-se que ainda a poderia encontrar. Desatou a correr pelas escadas estreitas. Parou e recordou-se de quando caíra por elas abaixo, pois ia abraçar a mãe que vinha do trabalho. Desta vez não conseguia parar de chorar. Sentou-se na cadeira de madeira que o seu avô materno fez. Observou de novo as árvores do parque. Passou horas e horas a observar. Tinha a esperança que a sua mãe ainda poderia passar por ali. A sua mãe estava na casa de uma amiga. Deixou a sua casa para o filho. Como seria que ele estava? Pensou. Estava arrependida de o ter abandonado. Sonhava com ele todos os dias. Sonhava que um dia ainda se iriam encontrar. Decidiu ir ao sítio que mais gostava de estar com o seu filho – o parque – adorava ver o nascer e o por do sol ao lado dele. Mais tarde, Rui (o filho) ainda estava à janela a ver quando a mãe aparecia. Estava farto de esperar. Mas sabia que ela gostava muito dele e que ia até lá. De repente, lá estava ela! Rui desatou a correr até lá fora e quando se viram um ao outro abraçaram-se num gesto de amor e carinho. Lúcia (a mãe) pedia as maiores desculpas ao filho. Ele respondeu-lhe:” Eu já te perdoei desde o dia em que me abandonaste! Não me abandones nunca mais. És tudo o que tenho!”
Escrito por Didi em 11:44:24 | Link permanente | Comments (0) |