Resumo-Um Estranho Antepassado
Tudo começou quando o Álvaro, a Catarina, o Carlos e o Frederico foram até à praia e lá encontraram uma nota de euros (naquela altura ainda não existiam os euros) e desconfiaram que fosse de uma Senhora que por lá passava.
Alguns dias depois, a Tia Luísa contou-lhes que lhe tinham deixado uma Mansão, a «Mansão Filosofal», e precisava da ajuda deles para as limpezas. No dia seguinte lá foram eles limpar a casa, depois até acabaram por passar lá a noite (com a Tia Luísa). Durante a noite ouviram vários ruídos e um pouco estranhos. De manhã apareceu por lá o Tio João e então o Carlos entregou-lhe a nota de euros, o Tio João contou-lhes que aquela nota era uma nota falsa. Nessa mesma manhã o «Bando dos Quatro» descobriu uma porta, a porta que dava para a cave, e lá encontraram um laboratório alquimista. Alguns dias depois eles os Quatro tiveram algumas dúvidas e foram até à «Mansão Filosofal» para descobrirem alguma coisa. Lá ouviram dois homens a falar, a dizer que nesse mesmo dia iam lá levar tudo. Quando foram embora encontraram o Tio João e contaram-lhe tudo, ficaram à espera e viram o camião. Tinham levado tudo.
Passados alguns dias falaram com o Agente da Polícia (amigo do Tio João) e contaram-lhe o que sabiam.
Quando chegaram à Mansão com o Guarda repararam que já não tinha lá nada. Eles tinham levado tudo.
Quando vinham embora o Carlos reparou que lhe parecia muito estranho e começou a desconfiar dele como sendo o chefe daquilo tudo. Tiveram todos a pensar no assunto e tudo bateu certo, aquele homem era o Sr. Romeirão e ele era muito rico, por isso a máquina de fazer as notas falsas era dele, a máquina que estava na «Mansão Filosofal».
Resolveram ir até casa do Sr. Romeirão e lá descobriram numa sala um monte de notas falsas. Foram-se embora sem o Sr. Romeirão dar conta e deram de caras com o Tio João.
Assim acaba mais um mistério do Bando dos Quatro.
Já esperava um texto teu há muito! Ainda bem que escreveste. Continua, pois acredito que podes ser uma grande revelação com trabalho e perseverança. Boa Páscoa, Diana.