Sunday, June 7, 2009
Terra - O nosso Planeta
Sozinha no espaço, sozinha nos seus sistemas de suporte da vida, alimentada por energias inconcebíveis fornecidas através dos processos mais delicados, caprichosa, única, imprevisível, mais fértil, interessante e enriquecedora ao mais alto grau – não será esta uma casa preciosa para todos os que habitam a Terra? Não merecerá ela o nosso amor? Não merecerá ela toda a criatividade, coragem e generosidade de que formos capazes para a preservarmos da degradação e da destruição e, assim, asseguramos a nossa própria sobrevivência?
Barbar Ward e René Dubos
Acontecimento Bombástico
Estranhamente na sexta-feira da última semana, a escola EBI de Vila Cova sofreu um grande acontecimento da qual saíram várias pessoas prejudicadas.
Por volta das dez e meia da manhã um grupo de alunos sentiram-se mal e dois acabam por desmaiar. Ninguém sabia o que causara até ao momento em que me chamaram para o descobrir.
A escola foi evacuada e mais alguns alunos precisaram de assistência médica. Analisei vários espaços até que houve um em que havia um gás no ar. Era um gás intoxicante que provocara dores de cabeça e má-disposição aos alunos mais frágeis. Um gás não muito preocupante pois passados alguns dias já não se tem sintomas.
Revelei as informações que descobrira ao Presidente da escola e este competeu-me a mim de descobrir o causador. Não foi difícil pois um aluno dirigiu-se a mim dizendo que o seu amigo fora o culpado. Perguntei-lhe onde o poderia encontrar e este respondeu que fora para o hospital com má-disposição.
Informei mais uma vez o Presidente do conselho executivo e este disse-me que logo que ele voltasse esclareciam as coisas.
Agradeceu-me pela ajuda prestada e garantiu que se fosse precisa a minha ajuda para mais algum assunto me voltaria a chamar.
Viagem de comboio
Aproximava-se o momento de deixar por algumas semanas a minha cidade! Ia de férias para Coimbra, para casa de uma prima.
Despedi-me dos meus pais e entrei para o comboio. Sentei-me e mais tarde uma rapariga mais ou menos da minha idade senta-se ao meu lado. Era cega. Cumprimentei-a e fizemos as apresentações iniciais. Chamava-se Francisca e ia para Lisboa, vivia com os pais e um irmão.
Ao mesmo tempo que conversávamos, eu observava a paisagem. As árvores cheias de fruto, os campos com flores, os rios com um ou dois pescadores…
Perguntei-lhe se era cega de nascença e ela disse que sim. Disse que não conhecia o Mundo. Que não sabia como eram as coisas de que falavam. Como era um computador, como era uma porta, uma cadeira… Desde que nascera que via unicamente um fundo negro dentro de si.
Contou-me uma pequena passagem da sua vida. Um dia de manhã saiu de casa somente com uma vara para a ajudar a caminhar. Foi até um parque perto de sua casa mas ao atravessar a estrada para seguir para o centro da cidade, Francisca ia ser atropelada. A sua salvação foi um cão que a viu e não a deixou avançar. Agora esse cão está em sua casa. Era um cão abandonado mas muito bem tratado e treinado. Passou a ser o seu companheiro. O seu melhor amigo.
Fiquei fascinada com a sua história. Perguntei-lhe se ainda tinha possibilidade de algum dia conseguir ver. Ela respondeu-me negativamente. Mas disse que gostava da sua vida apesar de não ver. Que depois daquele dia a sua vida mudou, passou a ser mais feliz e a aproveitar cada momento da sua vida.
O comboio pára. Era a minha paragem. Despedi-me agradecendo-lhe a conversa e saí do comboio com um enorme sorriso.
Planeta Terra em perigo
Diana Cachada
Lugar de Vila Cova de Cima
4750-791 Barcelos
Vila Cova, 7 de Junho de 2009
Estimados habitantes da Terra,
Como todos sabemos, o Planeta Terra está cada vez mais poluído e a morrer de dia para dia.
Escrevi esta carta para vos apelar a combater este problema que me faz pensar como é possível não darmos importância a um assunto tão grave.
Seremos nós incapazes de preservarmos a Terra? Pomos em risco a nossa vida também, pois esta é a nossa casa, a nossa única casa! Como seremos capazes de viver sem pensar neste problema? Vivemos de uma maneira que afecta a Terra, que a faz degradar-se e destruir-se aos poucos.
Não serão estas razões suficientes para a salvarmos? Ainda vamos a tempo!
Com os melhores cumprimentos
Diana Cachada
Friday, June 5, 2009
Sintaxe
Tuesday, June 2, 2009
Para os meus amigos…
Partilhamos momentos, sorrisos, choros. Ensinaram-me a viver! Ensinaram-me a saber enfrentar problemas.
Foram os melhores anos da minha vida! Contamos segredos, fizemos viagens, percorremos os mesmos caminhos… Superamos o mal e aproveitamos o bem.
Momentos únicos estes passados com vocês. Momentos que jamais me esquecerei. Anos passaram… Porque foram anos e não dias nem meses. Porque foi parte da minha vida.
Agora chegou o momento de seguirmos caminhos diferentes e conhecermos pessoas novas. Mas o melhor foi todo passado com vocês. Foram todos os segundos vividos.
As brincadeiras… As paixões… Os olhares… As birras… Parte da vida! Compartilhamos acima de tudo a vida de cada um. Sois parte de mim!
ADORO-VOS 
Monday, June 1, 2009
Um amigo extraterrestre
Tinha eu 5 anos. Eu com 5 anos ainda era uma daquelas crianças que acordava e ligava logo a televisão na 2 para ver os famosos bonequinhos. Era o meu passatempo preferido. Mas, naquele dia de Verão acordei e tudo me parecia diferente. Liguei a televisão mas esta se desligou sozinha. Assustada chamei pela minha mãe pois para mim só ela saberia resolver aquilo. A minha mãe correu em direcção a mim e pegou-me ao colo levando-me para a cozinha onde estava o meu pai e o meu irmão mais velho.
Tinham o rádio ligado e ouviam as notícias de última hora, pois nenhuma televisão funcionava. As notícias avisavam que o país estava a ficar sem comunicação pois havia “invasores” de outro planeta. Ninguém compreendia o que se passava. “Invasores”? O que é que queriam dizer com “invasores”?
O meu irmão dirige-se ao seu quarto e deixa a porta encostada. Eu vou atrás dele para brincar mas quando chego ao seu quarto, vejo-o a falar com alguém estranho. Era um extraterrestre. Eu ouvi falar deles nos bonequinhos. O estranho dizia ao meu irmão que dentro de uma hora iam anunciar o que queriam. Falavam como se fossem familiares. Era tudo muito estranho. Fui para a cozinha onde ainda continuava o meu pai agarrado ao rádio e mais tarde chegou também o meu irmão.
Passaram uma hora e trinta minutos e não tinha ocorrido nada de novo. O meu irmão foi outra vez ao quarto e eu toda curiosa segui-o. Aproximei-me da porta do seu quarto mas ouvi um barulho no meu e fui ver o que era. Um extraterrestre bebé estava a brincar com os meus brinquedos:
- Porque é que estás a mexer nas minhas coisas? – gritei eu.
O meu irmão chegou a correr e ficou estupefacto quando me viu a falar com um dos seus amigos:
- Ó Guilherme este bebé está a mexer nos meus brinquedos!
De súbito aparece o extraterrestre que estava com o meu irmão:
- Desculpa pequenina mas o meu irmão fugiu-me.
E desaparecem.
O meu irmão pega em mim e sussurrando-me ao ouvido diz para não contar a ninguém o que se tinha passado. Era o nosso segredo.
Os meios de comunicação são todos cortados e ouve-se uma voz vinda do nada:
- Gostaríamos de vos apelar, nós extraterrestres, que deveriam dar mais importância ao meio ambiente. Deviam cuidar dele porque este está mal tratado e cada vez mais o aquecimento global aumenta. Cuidem deste Mundo! Toda a ajuda faz a diferença!
O meu irmão sorri e olhamos os dois pela janela e os extraterrestres voltam a desaparecer…
Friday, May 22, 2009
Webquest sobre “O Velho e o Mar”
Friday, May 15, 2009
Extinção de espécies
Minuto a minuto extinguem-se espécies por todo o Mundo. Este torna-se cada vez mais um assunto alarmante para as nossas vidas.
Alterações ambientais e climáticas são as principais causas deste grande problema e o principal responsável é o Homem. Deveríamos combater estes erros que cometemos para ajudar o nosso planeta e as suas vidas. Duas medidas são utilizar transportes públicos em vez de particulares e utilizar energias renováveis.
Se não tomarmos medidas este assunto interferá, cada vez mais, nas nossas vidas de um modo indirecto.
Então o que escolhemos? Tomar medidas ou continuar a abusar do nosso planeta?